terça-feira, 14 de setembro de 2010

Mutirão da leitura 17 a 21 de Maio de 2010


Projeto do Mais Educação realizado no Colégio Estadual Presidente Artur da Costa e Silva. O Mutirão da Leitura teve como objetivo melhorar o nível de  leitura dos alunos e incentivá-los ao hábito da leitura, através de ações realizadas por alguns professores, um a cada dia da semana. Tivemos apresentações de dança como: da Emília e Balé, tivemos também teatro, contadores de histórias, um ônibus biblioteca, filmes, brincadeiras e muitas atividades de leitura.Os alunos receberam lanche especial e lembracinha. Obtivemos êxito no projeto, pois houve melhora na leitura e a maioria dos alunos na avaliação final de cada dia colocaram de bom a ótimo sobre as atividades realizadas, e o melhor, a biblioteca passou a ser mais visitada. Ver mais fotos na página de fotos. Se querem saber mais sobre as atividades realizadas me mandem um  e-mail para suyfaria@ig.com.br, que vou ter um imenso prazer em passar as sugestões das atividades para despertar o gosto pela leitura e tirar suas dúvidas sobre a realização do projeto.
                                                   
                                                                    

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Trabalho de Artes da Profª Kátia

     Aqui está uma aula de artes da professora Kátia do turno Matutino sobre Anúncio e Propaganda . A professora abordou o assunto em sala de aula e pediu aos alunos que produzissem um produto e fizessem o anúncio ea propagando do mesmo. Aula de Artes com cara de Língua Portuguesa - interdisciplinaridade -. Os alunos fizeram vários produtos e aqui está um que irá fazer sua cabeça, quer dizer o cabelo,rsrsr...


 O Nome do Produto escolhido Pelos Alunos reflete um Influência da Língua Estrangeira na Nossa Língua Materna. Os alunos utilizaram recursos de multimídia na produção do produto e da sua propaganda.( abaixo tem algumas fotos de um dos trabalhos realizado pelos alunos do 9º Ano. Esse grupo fez alguns produtos para cabelo, xampu condicionador e creme sem enxague, chamado Licensing . O vídeo mostra o aluno anunciando seu produto falando como usá-lo e etc... E o vídeo foi colocado para todos da sala verem. Eles adoraram a aula! Parabéns professora e alunos!



A Aluna mostrando o cabelo
"Antes" do uso do produto  
Licensig- produtos para cabelo
E o DEPOIS









quarta-feira, 31 de março de 2010

Comemorando a páscoa





As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.

Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.

A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.

A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.



sábado, 26 de setembro de 2009

Despertando o gosto pela leitura através da dramatização

Esta aula foi um júri simulado com o texto: "O Diabo e o Granjeiro". No júri discutimos se mentir em certos casos é correto ou não. Os alunos do 7º ano dramatizaram a história e fizeram um júri. A única absolvida, pela maioria dos alunos,  foi a mulher do granjeiro. Que para os alunos foi a única com motivo legítimo para mentir. Eles amaram a interpretação e dramatização do texto. E o objetivo foi alcançado, que era  despertar o gosto pela leitura, melhorar a leitura observando aspectos como: a entonação e a pontuação e a reflexão sobre a mentira.  E para mim enquanto professora foi gratificante e um aprendizado, pois descobri alguns  dos valores que os alunos carregam consigo.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Quadrilha/2010...


Alunos do fundamental ( regular)

Alunos do EJA e a Profª Cinara




       Comemoramos o encerramento do 2º bimestre com a Tradicional "Festa Junina" e não poderia faltar, a dança popular, a Quadrilha. Os alunos adoraram ver seus professores caracterizados para a festa junina e dançando...  E os objetivos dessa comemoração foram além da confraternização entre todos na escola, mas também a  aquisição de  novos conhecimentos sobre nossa cultura.

Origem da Quadrilha (dança)
A Quadrilha é uma contradança de origem holandesa. No Brasil, apesar de ser dançada também pelos alemães, em compasso de 6 / 8, na qual quatro pares se situam frente a frente. Teve o seu apogeu no séc. XVIII, em França, onde recebeu o nome de "Neitherse". Tornou-se muito popular nos salões aristocráticos e burgues do séc. XIX em todo o mundo ocidental.
No Brasil, a quadrilha é parte das comemorações chamadas de festas juninas. Um animador vai pronunciando frases enquanto os demais participantes, geralmente em casais, se movimentam de acordo com as mesmas. Para alguns cientistas sociais, especialmente antropólogos, tal forma de entretenimento representa uma permanência do pensamento evolucionista muito em voga principalmente no século XIX, onde pessoas que residem em meios urbanos agem de forma estereotipada, zombando dos moradores de áreas rurais mesmo sem se darem conta.
Também chamada de quadrilha caipira ou de quadrilha matuta, é muito comum nas festas juninas. Consta de diversas evoluções em pares e é aberta pelo noivo e pela noiva, pois a quadrilha representa o grande baile do casamento que hipoteticamente se realizou. Esse tipo de dança (quadrille) surgiu em Paris no século XVIII, tendo como origem a contredanse française, que por sua vez é uma adaptação das country dance holandesa e alemã, segundo os estudos de Maria Amália Giffoni.
A quadrilha foi introduzida no Brasil durante a Regência e fez bastante sucesso nos salões brasileiros do século XIX, principalmente no Rio de Janeiro, sede da Corte. Depois desceu as escadarias do palácio e caiu no gosto do povo, que modificou suas evoluções básicas e introduziu outras, alterando inclusive a música.
A sanfona, o triângulo e a zabumba são os instrumentos musicais que em geral acompanham a quadrilha. Também são comuns a viola e o violão.
Os ritmos juninos são: quadrilha, forró, baião, xaxado, fandango, xote, coco e vanerão. (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).
Professoras Luciana e Suyane

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Problemas com Io-Io na sala de aula?

Nós professores estávamos enfrentando problemas de indisciplina por causa do Yo-Yo que os alunos traziam para sala de aula. Então a professora Suyane propôs aos professores  fazer um campeonato. Todos adoraram a ideia.Pois uma das regras para participar do campeonato era não usá-lo em sala, sem a devida autorização. E a final do campeonato contamos com a participação do Campeão Internacional de Yo-Yo "Fever" César. Depois de sua apresentação com o Yo-Yo,  ele premiou os três primeiros colocados de cada turno.
Então conseguimos atingir nosso objetivo que era diminuir os problemas de indisciplina por causa do Yo-Yo e conseguimos muito mais, pois  aproveitando a "febre" do Yo-Yo para ensinar e aprender um pouco mais.Sendo que  nossos alunos se interessaram ainda mais em ir à escola, adquiriram conhecimentos sobre a origem do Yo-Yo, aprenderam a seguir regras e o melhor se socializaram. Abaixo tem um vídeo com um dos  participantes do campeonato de Yo-Yo .

História do Yo-Yo

Em países como Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, Austrália, Japão, China, Singapura e Filipinas, entre outros, o Yo-Yo tem inúmeros adeptos - jogadores e colecionadores, que promovem campeonatos nacionais e trocam itens de coleção e informações sobre tipos de Yo-Yo, truques, recordes e memorablia. O Yo-Yo é um dos passatempos mais antigos de que se tem notícia. No Metropolitan Museum of Art, de Nova York, estão expostos Yo-Yo´s e desenhos relativos ao objeto, encontrados na Grécia, que datam do período 400 - 500 AC. É especulado mais adiante, de que Sócrates utilizava o brinquedo para treinar seus discípulos nos caminhos da sabedoria, como exercícios de relaxamento.
O próximo registro que se teria na história relacionado ao Yo-Yo, se daria em 1789, em uma pintura (feita por Mne. Vigee-Lebrun), retratando o Rei Luis XVII da França, brincando com o seu Yo-Yo, na ocasião com seus 4 anos de idade. Este quadro encontra-se atualmente pendurado no Museu Louvre em Paris. Os franceses batizaram o brinquedo de "Incroyable" ou "I´emigrette". O Yo-Yo foi introduzido nos EUA em 1920, por um imigrante filipino de nome Pedro Flores. Os Yo-Yo´s foram brinquedos muito populares nas Filipinas no início do século XX. Flores resolveu então fabricar e comercializar um brinquedo chamado "Flores Yo-Yo". Em 1927, Donald F. Dulcan vê então, um enorme potencial de mercado naquele brinquedo. Inicialmente Dulcan ajuda Flores a divulgar o seu Yo-Yo, porém em 1929, Dulcan compraria de Flores os direitos do brinquedo e a marca registrada do nome "Yo-Yo", começando logo em seguida uma campanha promocional para apresentar o Yo-Yo às crianças americanas. Ele contou com a ajuda do, então gigante da editoração, Wiliam Randolph Hearst, que lhe concedia gratuitamente, espaço para a propaganda em seus jornais na Califórnia.
As histórias sobre a origem do Yo-Yo são muitas. A mais corrente entre colecionadores e jogadores profissionais, remota a Pré-História. Povos primitivos da Ásia teriam "inventado" uma arma ideal para caçar animais de pequeno e médio porte - o Yo-Yo -, amarrando pedras às extremidades de um pequeno tronco de árvore. Eles se escondiam no alto das árvores e esperavam o momento certo para atirar o Yo-Yo na cabeça do animal. Preso a uma corda, o Yo-Yo podia ser recolhido, se o caçador precisasse repetir a manobra.Com o retorno dos jovens soldados americanos da Segunda Grande Guerra, houve um "boom" de nascimento de bebês, que tempos depois significariam uma enorme quantidade de crianças e, é claro, todos brincando de Yo-Yo's. Em 1962, a febre do Yo-Yo atinge o seu mais alto estágio, tornando-se mania nacional. Nessa época o próprio presidente Kennedy foi um grande incentivador e sabia realizar mais de 160 truques com seu Yo-Yo. Hoje em dia, o Yo-Yo tenta se manter vivo e de tempos em tempos, retorna à moda. E sempre que ressurge, causa grande fascinação às crianças, inclusive aos adultos que ardorosamente aderem à moda, impulsionados pelas lembranças de infância. Recentemente, o Yo-Yo teve a honra de ter sido o primeiro brinquedo usado no espaço.