sábado, 23 de outubro de 2010

Mão na massa


    Alunos do EJA, 1º semestre do Fundamental/2010, fazendo uma atividade sobre a Classe dos Substantivos, envolvendo leitura, recorte e colagem. Com os conhecimentos adquiridos através da aula expositiva sobre substantivos e os que eles já sabiam sobre o assunto, foram entregues aos alunos revistas, jornais, cola e tesoura, para  eles encontrarem os substantivos e colarem no cartaz. Depois da colagem cada um fez a leitura das palavras e passaram todos os substantivos para o caderno. Durante o trabalho foram feitas inferências a respeito das palavras encontradas, analisando-as no contexto e isoladamente.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Mutirão da leitura 17 a 21 de Maio de 2010


Projeto do Mais Educação realizado no Colégio Estadual Presidente Artur da Costa e Silva. O Mutirão da Leitura teve como objetivo melhorar o nível de  leitura dos alunos e incentivá-los ao hábito da leitura, através de ações realizadas por alguns professores, um a cada dia da semana. Tivemos apresentações de dança como: da Emília e Balé, tivemos também teatro, contadores de histórias, um ônibus biblioteca, filmes, brincadeiras e muitas atividades de leitura.Os alunos receberam lanche especial e lembracinha. Obtivemos êxito no projeto, pois houve melhora na leitura e a maioria dos alunos na avaliação final de cada dia colocaram de bom a ótimo sobre as atividades realizadas, e o melhor, a biblioteca passou a ser mais visitada. Ver mais fotos na página de fotos. Se querem saber mais sobre as atividades realizadas me mandem um  e-mail para suyfaria@ig.com.br, que vou ter um imenso prazer em passar as sugestões das atividades para despertar o gosto pela leitura e tirar suas dúvidas sobre a realização do projeto.
                                                   
                                                                    

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Trabalho de Artes da Profª Kátia

     Aqui está uma aula de artes da professora Kátia do turno Matutino sobre Anúncio e Propaganda . A professora abordou o assunto em sala de aula e pediu aos alunos que produzissem um produto e fizessem o anúncio ea propagando do mesmo. Aula de Artes com cara de Língua Portuguesa - interdisciplinaridade -. Os alunos fizeram vários produtos e aqui está um que irá fazer sua cabeça, quer dizer o cabelo,rsrsr...


 O Nome do Produto escolhido Pelos Alunos reflete um Influência da Língua Estrangeira na Nossa Língua Materna. Os alunos utilizaram recursos de multimídia na produção do produto e da sua propaganda.( abaixo tem algumas fotos de um dos trabalhos realizado pelos alunos do 9º Ano. Esse grupo fez alguns produtos para cabelo, xampu condicionador e creme sem enxague, chamado Licensing . O vídeo mostra o aluno anunciando seu produto falando como usá-lo e etc... E o vídeo foi colocado para todos da sala verem. Eles adoraram a aula! Parabéns professora e alunos!



A Aluna mostrando o cabelo
"Antes" do uso do produto  
Licensig- produtos para cabelo
E o DEPOIS









quarta-feira, 31 de março de 2010

Comemorando a páscoa





As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.

Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.

A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.

A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.



sábado, 26 de setembro de 2009

Despertando o gosto pela leitura através da dramatização

Esta aula foi um júri simulado com o texto: "O Diabo e o Granjeiro". No júri discutimos se mentir em certos casos é correto ou não. Os alunos do 7º ano dramatizaram a história e fizeram um júri. A única absolvida, pela maioria dos alunos,  foi a mulher do granjeiro. Que para os alunos foi a única com motivo legítimo para mentir. Eles amaram a interpretação e dramatização do texto. E o objetivo foi alcançado, que era  despertar o gosto pela leitura, melhorar a leitura observando aspectos como: a entonação e a pontuação e a reflexão sobre a mentira.  E para mim enquanto professora foi gratificante e um aprendizado, pois descobri alguns  dos valores que os alunos carregam consigo.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Quadrilha/2010...


Alunos do fundamental ( regular)

Alunos do EJA e a Profª Cinara




       Comemoramos o encerramento do 2º bimestre com a Tradicional "Festa Junina" e não poderia faltar, a dança popular, a Quadrilha. Os alunos adoraram ver seus professores caracterizados para a festa junina e dançando...  E os objetivos dessa comemoração foram além da confraternização entre todos na escola, mas também a  aquisição de  novos conhecimentos sobre nossa cultura.

Origem da Quadrilha (dança)
A Quadrilha é uma contradança de origem holandesa. No Brasil, apesar de ser dançada também pelos alemães, em compasso de 6 / 8, na qual quatro pares se situam frente a frente. Teve o seu apogeu no séc. XVIII, em França, onde recebeu o nome de "Neitherse". Tornou-se muito popular nos salões aristocráticos e burgues do séc. XIX em todo o mundo ocidental.
No Brasil, a quadrilha é parte das comemorações chamadas de festas juninas. Um animador vai pronunciando frases enquanto os demais participantes, geralmente em casais, se movimentam de acordo com as mesmas. Para alguns cientistas sociais, especialmente antropólogos, tal forma de entretenimento representa uma permanência do pensamento evolucionista muito em voga principalmente no século XIX, onde pessoas que residem em meios urbanos agem de forma estereotipada, zombando dos moradores de áreas rurais mesmo sem se darem conta.
Também chamada de quadrilha caipira ou de quadrilha matuta, é muito comum nas festas juninas. Consta de diversas evoluções em pares e é aberta pelo noivo e pela noiva, pois a quadrilha representa o grande baile do casamento que hipoteticamente se realizou. Esse tipo de dança (quadrille) surgiu em Paris no século XVIII, tendo como origem a contredanse française, que por sua vez é uma adaptação das country dance holandesa e alemã, segundo os estudos de Maria Amália Giffoni.
A quadrilha foi introduzida no Brasil durante a Regência e fez bastante sucesso nos salões brasileiros do século XIX, principalmente no Rio de Janeiro, sede da Corte. Depois desceu as escadarias do palácio e caiu no gosto do povo, que modificou suas evoluções básicas e introduziu outras, alterando inclusive a música.
A sanfona, o triângulo e a zabumba são os instrumentos musicais que em geral acompanham a quadrilha. Também são comuns a viola e o violão.
Os ritmos juninos são: quadrilha, forró, baião, xaxado, fandango, xote, coco e vanerão. (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).
Professoras Luciana e Suyane